Acordo pela manhã, o Sol penetra pelas frestas da minha cabana.
Esta frio, deve ter nevado um pouco a noite.
Estou faminto, meu escasso estoque de grãos acabou, talvez meu irmão tenha mais na fazenda dele.
Penso em caçar um gamo na floresta, mas emprestei meu arco para Billy, um amigo que mora a umas
duas milhas daqui.
Eu não faria isso, mas ele tem esposa e um filho, o pequeno Todd, quase me arrependo de ter emprestado
o meu arco, porém ele precisava alimentar a família neste inverno.
Vou me vestir e ir para a casa de meu irmão Artas, ele veio comigo para esta terra a dois ciclos solares.
Agora ele cria cabras e porcos e deve ter algo bom para comer.
Me levanto da cama e deixo as cobertas caírem no chão, esta realmente frio, que droga!
Corro para vestir as minhas roupas e calçar as minhas botas, levei pouco tempo para fazer isso, acho que
nunca me vesti tão rápido.
Feito isso peguei a minha espada, minha mão gelou, que tolo eu, ia me esquecendo das luvas.
Deixei a espada cair, vesti as luvas e voltei a pega-la, desta vez sem contratempos.
Coloquei minha capa de pele de urso e estava pronto.
Agora deveria enfrentar o frio, aqui não é tão frio quanto minha terra natal, mas morar nesta terra me deixou
um tanto mole.
Destranquei a fechadura (que foi feita por Billy por sinal) e abri a porta, o dia claro e a paisagem branca ofuscou meus olhos.
Comecei a andar na neve a passos lentos, o que se tornou algo tedioso e cansativo com o tempo.
Fui passando pelas arvores escuras e sem folhas, que ficavam a esquerda do caminho tomado, elas deixavam a paisagem ainda mais antipática.
Vi um lince branco passar por elas e abri um sorriso, isso é considerado sorte por aqui.
Antes haviam pássaros voando por aqui, de um lado para o outro, a grama era verde e as arvores
cheias em suas copas esvoaçantes, que dançavam ao vento e cujas folhas refletiam a luz do Sol, era uma paisagem feliz.
Agora tudo esta fúnebre e triste.
Já havia passado mais ou menos uma hora e eu ainda não havia chegado, na primavera este caminho será bem mais rápido.
Eu estava com tédio então saquei a minha espada e comecei a golpear o ar, assim como eu fazia na infância com minha espada de madeira.
E então me veio a lembrança de meu finado pai e de como ele era forte e confiante e de como ele era empenhado em nos ensinar o código e a arte das armas.
Parei por um momento, tomado por um sentimento de nostalgia.
Mas arfei e continuei andando, guardei a minha espada ´´não tenho mais idade para brincadeiras´´ pensei.
Já foram vinte e dois ciclos solares desde que nasci, completarei vinte e três em um mês.
Após mais uma hora avistei a fazenda do meu irmão.A cerca, as três casas e o estábulo.
Das casas saia fumaça de suas chaminés e a lembrança da comida de minha cunhada e de me aquecer na lareira me fez correr ate la.
.Alcancei a porteira em 2 minutos, pulei-a e corri ate a casa de meu irmão, abri a porta e meu irmão e sua mulher estavam no chão, apunhalados, banhados em sangue e aparentemente mortos.
Não consegui fazer nada além de cair no chão de joelhos e sentir uma pressão no peito, quase não consegui respirar...
Continua no próximo post.
Esta frio, deve ter nevado um pouco a noite.
Estou faminto, meu escasso estoque de grãos acabou, talvez meu irmão tenha mais na fazenda dele.
Penso em caçar um gamo na floresta, mas emprestei meu arco para Billy, um amigo que mora a umas
duas milhas daqui.
Eu não faria isso, mas ele tem esposa e um filho, o pequeno Todd, quase me arrependo de ter emprestado
o meu arco, porém ele precisava alimentar a família neste inverno.
Vou me vestir e ir para a casa de meu irmão Artas, ele veio comigo para esta terra a dois ciclos solares.
Agora ele cria cabras e porcos e deve ter algo bom para comer.
Me levanto da cama e deixo as cobertas caírem no chão, esta realmente frio, que droga!
Corro para vestir as minhas roupas e calçar as minhas botas, levei pouco tempo para fazer isso, acho que
nunca me vesti tão rápido.
Feito isso peguei a minha espada, minha mão gelou, que tolo eu, ia me esquecendo das luvas.
Deixei a espada cair, vesti as luvas e voltei a pega-la, desta vez sem contratempos.
Coloquei minha capa de pele de urso e estava pronto.
Agora deveria enfrentar o frio, aqui não é tão frio quanto minha terra natal, mas morar nesta terra me deixou
um tanto mole.
Destranquei a fechadura (que foi feita por Billy por sinal) e abri a porta, o dia claro e a paisagem branca ofuscou meus olhos.
Comecei a andar na neve a passos lentos, o que se tornou algo tedioso e cansativo com o tempo.
Fui passando pelas arvores escuras e sem folhas, que ficavam a esquerda do caminho tomado, elas deixavam a paisagem ainda mais antipática.
Vi um lince branco passar por elas e abri um sorriso, isso é considerado sorte por aqui.
Antes haviam pássaros voando por aqui, de um lado para o outro, a grama era verde e as arvores
cheias em suas copas esvoaçantes, que dançavam ao vento e cujas folhas refletiam a luz do Sol, era uma paisagem feliz.
Agora tudo esta fúnebre e triste.
Já havia passado mais ou menos uma hora e eu ainda não havia chegado, na primavera este caminho será bem mais rápido.
Eu estava com tédio então saquei a minha espada e comecei a golpear o ar, assim como eu fazia na infância com minha espada de madeira.
E então me veio a lembrança de meu finado pai e de como ele era forte e confiante e de como ele era empenhado em nos ensinar o código e a arte das armas.
Parei por um momento, tomado por um sentimento de nostalgia.
Mas arfei e continuei andando, guardei a minha espada ´´não tenho mais idade para brincadeiras´´ pensei.
Já foram vinte e dois ciclos solares desde que nasci, completarei vinte e três em um mês.
Após mais uma hora avistei a fazenda do meu irmão.A cerca, as três casas e o estábulo.
Das casas saia fumaça de suas chaminés e a lembrança da comida de minha cunhada e de me aquecer na lareira me fez correr ate la.
.Alcancei a porteira em 2 minutos, pulei-a e corri ate a casa de meu irmão, abri a porta e meu irmão e sua mulher estavam no chão, apunhalados, banhados em sangue e aparentemente mortos.
Não consegui fazer nada além de cair no chão de joelhos e sentir uma pressão no peito, quase não consegui respirar...
Continua no próximo post.
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